Para Fanon, em tempo

Autores

  • Isildinha Baptista Nogueira Instituto Sedes Sapientiae
  • Marcio Farias Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
  • Noemi Moritz Kon Instituto Sedes Sapientiae
  • Priscilla Santos de Souza

Resumo

Realização Bruno Esposito, Gisela Haddad (coordenadora), Ivy Semiguem, Lucas Simões Sessa e Tânia Corghi Veríssimo

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Biografia do Autor

Isildinha Baptista Nogueira, Instituto Sedes Sapientiae

Psicanalista e pesquisadora. Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP e professora do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae. Fez sua formação nos Ateliers de Psychanalyse, em Paris, com Radmila Zygouris (uma das fundadoras da instituição).

Marcio Farias, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Psicólogo, mestre e doutor em Psicologia Social pela PUC-SP e pós-doutorando em Economia Política Mundial na UFABC. É professor da PUC-SP e convidado do Celacc/ECA-USP. É coordenador de pesquisa do Amma Psique e Negritude. Tem experiência em psicologia social, políticas públicas e cultura, com passagens pelo Museu Afro Brasil e pelo Sesc-SP. É editor da Dandara Editora e coordena o GT “Trabalho, relações étnico-raciais e migrações” da ABET. Autor de Clóvis Moura e o Brasil e organizador de Violência e sociedade: racismo como estruturante da sociedade e da subjetividade do povo brasileiro, pesquisa relações raciais, trabalho, subjetividade e pensamento social brasileiro e latino-americano.

Noemi Moritz Kon, Instituto Sedes Sapientiae

Psicanalista, membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, mestre e doutora pelo Departamento de Psicologia Social do Instituto de Psicologia da USP e autora de Freud e seu Duplo, A Viagem: da Literatura à Psicanálise, e coorganizadora, com Cristiane C. Abud e Maria Lúcia da Silva, de O racismo e o negro no Brasil. Docente no Curso de Psicanálise, membro do grupo de trabalho “A cor do mal-estar: psicanálise e racismo, da invisibilidade do trauma ao letramento” e do “Generidades: identidade, gênero e desejo” do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae. Participa também do “Grupo de Psicanalistas Atent@s às questões étnico-raciais” do Instituto AMMA, Psique e Negritude.

Priscilla Santos de Souza

Psicanalista, doutora e mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP). É membro do Laboratório de Pesquisa e Extensão “Psicanálise, Sociedade e Política” (PSOPOL) do Departamento da Psicologia Clínica do IPUSP, servidora técnica em educação na Universidade Federal do ABC (UFABC) e coordenadora geral do Sindicato, SinTUFABC. Faz parte do Coletivo Desorientalismos e compõe o corpo de professoras do Instituto Gerar. É militante do movimento de mulheres Olga Benario e da Tamuya Escola de Formação Popular.

Referências

Faustino D. (2021). A “interdição do reconhecimento” em Frantz Fanon: a negação colonial, a dialética hegeliana e a apropriação calibanizada dos cânones ocidentais. Revista de Filosofia Aurora, v. 33, n. 59. Disponível em: <https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.DS07>.

Fanon F. (2008). Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA.

____. (2020). Alienação e liberdade: escritos psiquiátricos. São Paulo: Ubu.

____. (2021). Por uma revolução africana: textos políticos. Rio de Janeiro: Zahar.

____. (2022). Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Zahar.

Gonzalez L. (2020 [1980]). Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar.

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Publicado

15-04-2026

Como Citar

Nogueira, I. B., Farias, M., Kon, N. M., & de Souza , P. S. (2026). Para Fanon, em tempo. Percurso, 38(75), 131–142. Recuperado de https://percurso.openjournalsolutions.com.br/index.php/ojs/article/view/1607