Feminismo decolonial e Psicanálise: caminhos de hibridação

Autores

  • Mara Caffé

DOI:

https://doi.org/10.70048/percurso.76.49-58

Palavras-chave:

feminismo decolonial, psicanálise, gênero, raça, hibridez

Resumo

Neste texto, parto da história do feminismo decolonial como fonte de pesquisa para os enunciados contemporâneos sobre gênero, raça e classe social, abordando as contribuições políticas e epistêmicas do feminismo negro, latino-americano, africano e transfeminista. Em seguida, discuto as condições e desafios do diálogo interdisciplinar da psicanálise com as teorias e movimentos feministas, queer e decoloniais, tendo em vista os modos como psicanalistas temos operado com as noções de gênero e raça. Apoiada na noção de hibridez de Thamy Ayouch, proponho, em continuidade crítica ao seu trabalho, a noção de “gramáticas da hibridez”, identificando as categorias da indiferença, da incorporação e da transformação como recurso de análise e localização no campo.

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Biografia do Autor

Mara Caffé

Mara Caffé é psicanalista, membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, professora no Curso de Psicanálise desse Instituto, participante da “Rede de psicanalistas atentas(os) às relações raciais” do Instituto AMMA – Psiquê e Negritude, doutora pela USP, autora dos livros Psicanálise e Direito e Crítica à normalização da Psicanálise.

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Publicado

11-09-2026

Como Citar

Caffé, M. (2026). Feminismo decolonial e Psicanálise: caminhos de hibridação. Percurso, 38(76), 49–58. https://doi.org/10.70048/percurso.76.49-58